Boa noite....
Conforme eu havia dito na última postagem, realmente eu fui ao Paraná para mais uma tentativa de coleta. Saí daqui de casa no dia 11/10 pela manhã e inicialmente eu iria primeiro a Pontal, no interior de São Paulo para buscar a Hurzana. Ela é uma das colegas da UNESP que iam me ajudar nas coletas, mas passou mal pela manhã e por isso não foi. Uma pena, mas... paciência.
Dessa maneira eu fui direto para Maringá onde ia me encontrar com a Sílvia e dessa vez deu tudo certo. Como só sairíamos no dia 13 pela manhã, ela e a Fabiana (uma amiga dela que mora lá) me levaram para conhecer a cidade e eu gostei bastante. É uma cidade muito grande, mas muito simpática e mais perto de Balneário Camboriu. Acho que eu moraria lá tranquilamente.

No dia 13 logo cedo eu e a Sílvia partimos para Porto Rico, na margem do rio Paraná. Essa viagem causou alguns desentendimentos, pois algumas pessoas vieram me perguntar se eu tinha feito uma viagem internacional. Agora... o que eu teria para fazer na terra dos Menudos??? Bom... mal entendido desfeito, vamos continuar.
A cidade é um ovo e provavelmente vive do turismo. O pessoal só vai lá para pescar (inclusive eu). A única forma alternativa de lazer que eu vi foi um passeio de barco pelo rio, mas eu não sei se iria não. O nome da embarcação não é muito apropriado. Tirem suas próprias conclusões na montagem abaixo...Eu só vi esse barco na quarta depois do almoço não mais. Não sei o que aconteceu, mas tenho minhas suspeitas... Hehehehehehehe!!!

Aí está: começando pelo alto à esquerda sou eu na Praça Nossa Senhora dos Navegantes, porque proteção nunca é demais. Seguindo no sentido horário, uma foto da orla. Estou no final e o começo é onde está o carro branco. Logo abaixo tem a foto do barco que sumiu (????) e por último, o porto... Lá é muito legal...
Depois de nos instalarmos na base de trabalho do Nupelia (que alias, é sensacional) nós já fomos direto para o rio pescar. No primeiro dia de trabalho nós só conseguimos uma arraia e mesmo assim foi com um pescador q ia descarta-la. Confesso que fiquei um pouco desapontado, mas eu já estava lá e não podia desistir. O Alfredo (funcionário da base e que me ajudou o tempo todo) fez contato com alguns pescadores e pediu que, se caso eles pescassem arraias, que não jogassem fora ou que as mutilassem, mas sim que guardassem que nós buscaríamos no outro dia. E foi o que aconteceu. Além de ter vivido a emoção de pescar minha primeira arraia (na verdade pesquei duas) conseguimos nove no total, ou seja, os três dias de trabalho valeram a pena. Isso sem contar que o local era maravilhoso.
A sexta feira foi dedicada a coleta de sangue e o início das análises, mas isso é muito chato para ser abordado aqui. Se alguém quiser eu falo disso em particular. Mas de uma coisa eu tenho certeza: se a Sílvia não tivesse ido tudo teria sido muito mais difícil. A ela eu só tenho agradecimentos. Eu já disse isso a ela mais de uma vez e agora eu o faço por aqui também. E aproveito para falar (novamente) que ela pode contar comigo para o que precisar...E gostaria de aproveitar o espaço para agradecer novamente à Drª Cláudia e ao prof. Ricardo por permitirem que eu fosse lá coletar e utilizar as instalações do Nupélia e ao Alfredo pela ajuda nas pesca e contato com os pescadores. Se Deus quiser em março estarei lá novamente.

Na montagem acima, começando pelo alto à esquerda sou eu (óbvio) esperando a arraia morder a isca e depois, em sentido horário, o por do sol no primeiro dia, a entrada da base do Nupélia e por fim, o resultado de um dia e meio de pesca. Antes que alguém me questione, sim.. eu tenho autorização do IBAMA para realizar essa pesquisa.
Depois de tudo resolvido em Porto Rico, mais uma parada em Maringá e oportunidade de comer um acarajé na feira internacional em frente à catedral da cidade. Uma maneira de homenagear minha mãe e minha madrinha. Estava muito bom...
Para finalizar, prometi para a Sílvia que, se ela fosse comigo eu a levaria para prestar uma prova em Santos e foi o que aconteceu. Enquanto ela estava em sala eu aproveitei a oportunidade para me encontrar com o MEU amigo (hehehehehehe) Gustavo que está morando para aqueles lados. Foi coisa rápida, mas valeu a pena. Muito bom saber que ele e a Pollyana estão muito bem. Tiramos umas fotos, mas até hoje ela não me enviou...
Depois da prova fomos para a casa da Sílvia em Santo André. Estava morto de tanto viajar de carro e consegui descansar um pouco. Fomos ao pub onde o irmão dela trabalha e foi uma noite muito agradável...
No dia seguinte então fomos para Jaboticabal. Não sem antes eu ter pegado a saída errada do rodoanel... Acontece. O importante é que cheguei bem e que as amostras foram todas processadas...
E assim termina essa história...
Ah.. não posso deixar de agradecer à profª Julieta por ter emprestado suas orientadas (Sílvia e Hurzana) pra mim. Valeu demais...